Essa semana li em um blog chamado "no fundo eu sou gay", uma postagem que dizia que o "sexo anal gay" aumenta o risco de contaminação pelo virus HIV. Ainda segundo o blog, "o anus não foi 'projetado' para a penetração do pênis. Ele também diz que o "sexo anal gay" é mais inseguro que o sexo "comum".
Particularmente, eu não sei o que ele quer dizer com a expressão "sexo anal gay". Provavelmente está querendo dar ênfase à palavra GAY, subentendendo que o sexo anal hétero tem menos riscos. Segundo o blog, "por não ser projetado para a penetração de um pênis, o anus fica machucado durante a mesma e esse é o motivo do aumento do risco de contaminação pelo virus do HIV." Entretanto, a pessoa que escreveu tamanho absurdo, esqueceu que o sexo anal hétero possui os mesmos riscos e que, independente da penetração ser anal, vaginal ou oral, os riscos são os mesmos se um dos parceiros possui o virus, pois a mucosa, pele interna da boca, anus e vagina, absorve material genético com muita facilidade, independente de haverem cortes ou machucados.
Quando o blog se refere à pratica de "sexo anal gay" como uma causa do aumento do risco de contaminação pelo virus HIV, ele está sendo preconceituoso e homofóbico. A prática de sexo anal, independente de ser gay ou não, oferece os mesmos riscos de contaminação que o sexo vaginal e oral.
Não escrevo esse 'post' pra defender a classe homossexual, até porque não foi feito nenhum ataque contra a mesma, mas para exclarecer que o sexo homossexual não oferece mais ou menos riscos de contaminação que o sexo héterossexual, pois os riscos são os mesmos, desde que não sejam tomadas as precauções clichês que o governo já está cansado de repetir em todos os tipos de mídias e informativos: SEXO, SÓ COM CAMISINHA!. Não custa nada relembrar.
Quanto ao nosso amigo proprietário do blog "No fundo eu sou gay", peço-lhe que se informe antes de escrever sobre quaisuqer assuntos, pois corre o risco de cometer erros como os do 'post' citado.
Não acredito que ele tenha usado de má fé, mas percebe-se claramente que o mesmo não tem informações suficientes e que isso gera discriminação contra um classe que já é demasiada discrimidada pelas mídias, por piadinhas de mal gosto e pela intolerancia de alguns desinformados.
Lembre-se: Antes de escrever qualquer coisa em um blog, você deve pensar nas pessoas que vão ler seu texto, pois, querendo ou não, ele será um fomador de opiniões.
Até a próxima.
O blog citado pode ser acessado no endereço: http://www.nofundoeusougay.blogspot.com
12/04/2008
11/04/2008
Roupagem nova.
Oi pessoal, aqui estou nvamente pra estrear a nova cara do meu, melhor, do nosso blog. Queria pedir a opinião de vocês sobre os assuntos que interessam, deixem comentários, digam o que pessam a respeito, falem sobre o que querem ver e ler.
To esperando contato.
Até a próxima!
To esperando contato.
Até a próxima!
10/04/2008
Tô aprendendo...
Aprendendo a caminhar, a sorrir, a chorar, a pular bem alto, a gritar forte pra ser ouvido, a dançar, a ficar quieto quando necessario e a fazer bagunça pralevantar os ânimos. Estou aprendendo a viver, a sonhar, a seguir com minhas própria pernas.
Aprendendo... só arendendo.
Aprendendo... só arendendo.
28/03/2008
O que é o Amor?
Outro dia , estava elndo algo sobre o q seria o amor.
Desde criança, sempre ouvi milhares de definições, quase todas românticas, do tipo: 'amor é um fogo que arde sem se ver' ou ' que não seja para sempre, posto que é chama, mas que seja eterno enquanto dure'.
Algumas qpessoas não conseguem descrever o amor; outras acreditam que só existe um único e verdadeiro amor. Há quem diz não passar de uma relação de troca entre duas pessoas e também existem os que afirmam que o amor não passa de uma idealização. Essa ultima me parece coerente.
Isso me fez lembrar de uma aula que tive na faculdade, ond o tema era discutido com fervor, entre nós, os alunos, e o professor. Nesse dia, ela havia nos dado um texto para servir de apoio à discussão. O texto dizia que "o amor é apenas uma manifestação biológica, carregada de simbolismos impostos pela cultura a qual estamos inseridos" Pirei quando vi essa definição. É tão duro e cruel! Me parece tão seco e sem vida. E onde fica toda a beleza, nos símbolos? Sinto muito mais atraído pelas respostas que nos fazem suspirar pelo príncipe ou princesa encantados.
Mas aí me vem a dúvida: Você sabe que é o amor? Já se perguntou acerca do mesmo? Encontrou o seu amor ou vive na busca, e se busca, o que busca?
Tenho minha teoria sobre o mesmo: Acredito que o amor é como a felicidade: todo mundo vive procurando, mas se perguntar, pouca gente sebe o venha ser.
Veja o exemplo: Alguem comenta:
- Ah, como eu queria ser feliz!
E uma segunda pessoa indaga:
- Você não é feliz?
E a resposta é quase sempre instantanea:
- Não. Não sei o que é isso.
Aí surge a dúvida: Essa pessoa não sabe o que é ser feliz ou não sabe o que é felicidade? E se não sabe o que é felicidade, é porque nunca a teve ou porque nunca se perguntou o que seria a mesma?
Da mesma forma é o amor: As pessoas vivem se queixando que não sabem o que é o amor, que não tem amor, que não encontraram o amor, mas pergunte a quem se queixa: O que é o amor?
Ora! Se você nunca se perguntou o que é o amor, como vai saber se o encontrou ou não? Como vai saber se está buscando-o mesmo ou se está procurando no lugar certo? Como pode alguem procurar algo que nem ao menos sabe o que é?
Algum tempo atrás, isso vivia 'martelando' em minha cabeça. Ficava a me perguntar: Como vou saber se encontrei o amor, se nem ao menos sei o que é?
O que eu fiz para encontrar a resposta?
Sai perguntando a todos que encontrava pela frente; pesquisei na internet,nos livros, nas enciclopédia, nos dicionários. Vlia tudo para encontrar minha resposta ou pelo menos encontrar uma maneira de criar a minha resposta.
No final, acabei encontrando uma resposta e criando a minha própria.
Hoje, quando indagam-me sobre o amor, a reposta está na ponta da lingua:
"O amor, além de ser um fogo que arde sem se ver e uma ferida que doi e não se sente, é também uma idealização, um conceito que você encontrou ou formou ao longo d sua vida."
Por exemplo: Se perguntar a uma pessoa solteira de 30 anos se o amor que ela busca é o mesmo de dez anos atrás, a resposta será 'não'. Isso porque suas ideias mudaram; estão mais maduras. Aos 30 já não se pode sonhar com aquele rapaz bonito que encontrou na 'balada' - e até pode, mas esse rapaz, já não é o mesmo menino de dez anos atras. A ideia do que seja o amor para um solteiro de 30 anos já não é aquela ideia de uma menina que escreve em diários e lê horóscopos sobre a personalidade do seu príncipe encantado que vem montado em um cavalo branco. Suas idéias já estão maduras. Essa pessoa tem outro conceito do que venha a ser o amor.
O que estou tentando explicar, é que o amor não tem uma fórmula pronta ou receita mágica. Quero dizer que o amor é um conceito que vai variar de pessoas pra pessoa. Também não é um conceito pré-estabelecido por outro ou outros se não você mesmo. Você é quem sabe quais são seus sonhos, quais são seus ideais de vida, como é a pessoa que deseja e o que pretende construir com ela. Você é quem tem a sua própria idéia de amor, que pode ser diferente da minha, e provavelmente o é. Por isso lembre-se: da próxima vez que lhe perguntarem o que é o amor, saiba que a sua resposta é você mesmo que possui e que ela pode de ve ser sim diferente das respostas dos outros. Afinal, o seu amor é quem você quer que ele seja.
Ah! A propósito, eu já encontrei o meu amor, você encontrou o seu?
Desde criança, sempre ouvi milhares de definições, quase todas românticas, do tipo: 'amor é um fogo que arde sem se ver' ou ' que não seja para sempre, posto que é chama, mas que seja eterno enquanto dure'.
Algumas qpessoas não conseguem descrever o amor; outras acreditam que só existe um único e verdadeiro amor. Há quem diz não passar de uma relação de troca entre duas pessoas e também existem os que afirmam que o amor não passa de uma idealização. Essa ultima me parece coerente.
Isso me fez lembrar de uma aula que tive na faculdade, ond o tema era discutido com fervor, entre nós, os alunos, e o professor. Nesse dia, ela havia nos dado um texto para servir de apoio à discussão. O texto dizia que "o amor é apenas uma manifestação biológica, carregada de simbolismos impostos pela cultura a qual estamos inseridos" Pirei quando vi essa definição. É tão duro e cruel! Me parece tão seco e sem vida. E onde fica toda a beleza, nos símbolos? Sinto muito mais atraído pelas respostas que nos fazem suspirar pelo príncipe ou princesa encantados.
Mas aí me vem a dúvida: Você sabe que é o amor? Já se perguntou acerca do mesmo? Encontrou o seu amor ou vive na busca, e se busca, o que busca?
Tenho minha teoria sobre o mesmo: Acredito que o amor é como a felicidade: todo mundo vive procurando, mas se perguntar, pouca gente sebe o venha ser.
Veja o exemplo: Alguem comenta:
- Ah, como eu queria ser feliz!
E uma segunda pessoa indaga:
- Você não é feliz?
E a resposta é quase sempre instantanea:
- Não. Não sei o que é isso.
Aí surge a dúvida: Essa pessoa não sabe o que é ser feliz ou não sabe o que é felicidade? E se não sabe o que é felicidade, é porque nunca a teve ou porque nunca se perguntou o que seria a mesma?
Da mesma forma é o amor: As pessoas vivem se queixando que não sabem o que é o amor, que não tem amor, que não encontraram o amor, mas pergunte a quem se queixa: O que é o amor?
Ora! Se você nunca se perguntou o que é o amor, como vai saber se o encontrou ou não? Como vai saber se está buscando-o mesmo ou se está procurando no lugar certo? Como pode alguem procurar algo que nem ao menos sabe o que é?
Algum tempo atrás, isso vivia 'martelando' em minha cabeça. Ficava a me perguntar: Como vou saber se encontrei o amor, se nem ao menos sei o que é?
O que eu fiz para encontrar a resposta?
Sai perguntando a todos que encontrava pela frente; pesquisei na internet,nos livros, nas enciclopédia, nos dicionários. Vlia tudo para encontrar minha resposta ou pelo menos encontrar uma maneira de criar a minha resposta.
No final, acabei encontrando uma resposta e criando a minha própria.
Hoje, quando indagam-me sobre o amor, a reposta está na ponta da lingua:
"O amor, além de ser um fogo que arde sem se ver e uma ferida que doi e não se sente, é também uma idealização, um conceito que você encontrou ou formou ao longo d sua vida."
Por exemplo: Se perguntar a uma pessoa solteira de 30 anos se o amor que ela busca é o mesmo de dez anos atrás, a resposta será 'não'. Isso porque suas ideias mudaram; estão mais maduras. Aos 30 já não se pode sonhar com aquele rapaz bonito que encontrou na 'balada' - e até pode, mas esse rapaz, já não é o mesmo menino de dez anos atras. A ideia do que seja o amor para um solteiro de 30 anos já não é aquela ideia de uma menina que escreve em diários e lê horóscopos sobre a personalidade do seu príncipe encantado que vem montado em um cavalo branco. Suas idéias já estão maduras. Essa pessoa tem outro conceito do que venha a ser o amor.
O que estou tentando explicar, é que o amor não tem uma fórmula pronta ou receita mágica. Quero dizer que o amor é um conceito que vai variar de pessoas pra pessoa. Também não é um conceito pré-estabelecido por outro ou outros se não você mesmo. Você é quem sabe quais são seus sonhos, quais são seus ideais de vida, como é a pessoa que deseja e o que pretende construir com ela. Você é quem tem a sua própria idéia de amor, que pode ser diferente da minha, e provavelmente o é. Por isso lembre-se: da próxima vez que lhe perguntarem o que é o amor, saiba que a sua resposta é você mesmo que possui e que ela pode de ve ser sim diferente das respostas dos outros. Afinal, o seu amor é quem você quer que ele seja.
Ah! A propósito, eu já encontrei o meu amor, você encontrou o seu?
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